Sempre que se faz um apanhado do ano que termina é uma balança daquelas antigas, de dois pratos: o melhor e o pior. Há anos chochos nada de extravagante - anos felizes. Há anos onde os braços pendem mais para um ou para outro lado: anos difíceis, nos muitos bons a dificuldade é segurar o cavalo para ele não disparar. E há anos com coisas mto boas e coisas mto más: na soma e vistos com alguma distância também são anos felizes, é só olhar para o angulo certo, aquele que nos faz crescer.
A solidão é nossa companheira inexorável mesmo quando acompanhados. Vi um documentário na última semana onde se provava que o cerébro precisa de silêncio e solidão(qdo há concentração) para produzir. E que as pessoas que conseguem se sentir bem em sua própria companhia e gostam do silêncio, são mais felizes e mais produtivas.
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